quinta-feira, novembro 04, 2010

Décimo oitavo noturno

Feito

um peixe

na areia,

movo-me

desesperada!



Tento voltar ao curso do rio...

5 Comments:

At 9:16 AM, Blogger Paola Maluceli said...

Sinto falta de perceber seu sorriso em suas palavras, Flávia.

Beijos

 
At 12:15 PM, Anonymous Anônimo said...

A sensação da incompletude permeia os noturnos. As palavras suas vêm em fênix, com asas de sol. É tudo uma verdadeira transformação, um renascer a cada dia, para mostrar diferentes sorrisos, diferentes razões pra sorrir, nem que as razões sejam as mesmas.É como se fizesse da dor um laço de fita amarelo, como se trançasse as sensações, a dor e a letra. Flávia, perfeito!
Yvette Altino

 
At 1:36 AM, Blogger Helio said...

Flávia, que poema lindo! Uma articulação maravilhosa entre estética e temática. Parabéns! Bjos!

 
At 11:30 AM, Blogger joão grandão said...

Vc é o que aprendi chamar de amiga tarja preta (ou poeta tarja preta), melhor do que qualquer antidepressivo. Seus poemas são lindos, universais e extremamente necessários.

 
At 1:21 AM, Anonymous Nanda said...

Que lindo Flávia. Estou me sentido exatamente assim.

 

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